Pesquisadores norte-americanos avaliaram como as diferenças raciais/étnicas no IMC (índice de Massa Carpórea) mudam ao longo do tempo na transição entre a adolescência (11-19 anos) e início da vida adulta (20-28 anos).
Na pesquisa, publicada na revista Archives of Pediatric and Adolescent Medicine , participaram mais de 20.000 estudantes americanos adolescentes, que foram entrevistados em 1994-1995 (fase I), e acompanhados em 1996 (fase II) e em 2001-2002 (fase III) como parte do estudo National Longitudinal Study of Adolescent Health.
Os resultados indicaram que existe uma diferença significativa entre o nível e as alterações no IMC ao longo da idade, sexo, raça/etnia e geração de imigrantes. Mulheres, segunda e terceira gerações de imigrantes, e indivíduos negros e hispânicos apresentaram aumento mais rápido do IMC entre a adolescência e o início da vida adulta. Aumentos no IMC são relativamente menores entre os homens, primeira geração de imigrantes e em indivíduos brancos e asiáticos.
A conclusão é que as diferenças no IMC e a prevalência de obesidade e sobrepeso aumentam com a idade, visto que os adolescentes abandonam suas casas e iniciam uma vida independente como adultos jovens por volta dos 20 anos.
Autor: Indefinido
Veículo: UOL